sábado, 14 de abril de 2012

quem muito se ausenta, uma hora deixa de fazer falta



Esta frase me faz pensar na esplêndida capacidade de adaptação do homem a tudo nesta vida.  Somos assim, graças a Deus, caso contrario não poderíamos passar por todas as provações que temos no caminho.

Acho mais importante avaliar a ausência do a falta. A falta de algo tem um sentido explicito, mas a ausência não. Podemos ser ausentes mesmo estando presentes fisicamente. A ausência tem um sentido muito mais amplo do que seu sentido literal. Seu antônimo, a presença. Estar presente é se importar, é querer bem, é orar pela pessoa querida. Neste caso, não importa a distancia física. Não importa o tempo que não se vê ou se fala fisicamente com alguém. Isso que acontece com nossos entes queridos que estão longe ou partiram, com aquele amigo que tomou outro caminho e não vemos mais, com o filho que foi morar longe, etc. Não está ausente aquele que cativa o coração. Uma vez dentro dele, não há como cair no esquecimento. Sentimos sim, falta daqueles que amamos e os queremos sempre perto de nós. Contudo, não devemos esquecer que o amor é um sentimento libertador e que não importa a distancia ou a falta, ele estará lá, sempre.


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